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IRB(Re) registra lucro líquido de R$ 47,7 milhões no 3T23

  • 13 de nov. de 2023
  • 5 min de leitura

Pelo terceiro trimestre consecutivo, companhia apura resultado positivo. Variação positiva de R$ 346,5 milhões ante o 3T22.


Companhia acumula lucro líquido de R$ 76,4 milhões nos 9M23. Crescimento de R$ 668 milhões frente aos 9M22.

Resultado de subscrição, também pelo terceiro trimestre consecutivo, é positivo: R$ 10,8 milhões. Variação positiva de R$ 550,1 milhões em relação ao 3T22.


Índice de sinistralidade fecha o 3T23 em 74%, registrando queda de 42,8 p.p. na comparação com o 3T22.


Índice combinado de 111,4% é 44,7 p.p. menor que o verificado no 3T22.


Rio de Janeiro, 09 de novembro 2023 – O IRB(Re) fechou o terceiro trimestre de 2023 (3T23) com lucro líquido de R$ 47,7 milhões. Os números, divulgados hoje (09/11), mostram evolução do ressegurador, com resultado positivo pelo terceiro trimestre consecutivo. Houve alta de R$ 346,5 milhões, com reversão do prejuízo líquido de R$ 298,7 milhões registrado no 3T22. Em relação ao segundo trimestre desse ano, o crescimento é de 137%. No acumulado do ano, a companhia obteve lucro líquido de R$ 76,4 milhões, alta de R$ 668 milhões ante os nove primeiros meses de 2022 (9M22).



Continuamos, assim, cada vez mais próximos de nossos clientes e investidores, criando intimidade e melhorando nossos processos e a qualidade de nossos serviços”, comenta Marcos Falcão, CEO do IRB(Re).


Resultado de subscrição positivo





“Podemos observar uma redução do prêmio total do 3T22 para o 3T23. Essa redução é decorrente da limpeza de carteira, que foi acelerada nos negócios renovados em 2023. Embora tenhamos aceitado novos negócios, declinamos alguns não rentáveis e reduzimos a participação em outros, sempre com o objetivo de ter uma carteira com melhor qualidade e mais rentável. Renovamos 86% de todos os negócios que desejávamos manter e seguimos com uma carteira diversificada em nove linhas de negócios. Em relação à distribuição de negócios, nos 9M23, a linha patrimonial segue como destaque, com 35% da carteira”, completa Castillo.


Índice de sinistralidade cai 42,8 p.p.


No 3T23, o sinistro retido total caiu 54,5%, em relação ao 3T22, fechando em R$ 630,8 milhões. Com isso, o índice de sinistralidade passou de 116,8% para 74%, uma queda de 42,8 p.p.. No acumulado do ano, esse índice é de 75,2%, redução de 33,1 p.p. frente os 9M22. A companhia melhorou o índice combinado – que inclui sinistralidade, comissionamento e demais despesas – em 44,7 p.p., passando de 156,1%, no 3T22, para 111,4% no 3T23. Considerando os 9M23, o índice combinado também apresenta evolução, passando de 143,7%, nos 9M22, para 110,2% agora.


“Ao compararmos o 3T23 com o 3T22, verificamos a redução do índice de sinistralidade. Vale a pena lembrar que a sinistralidade resulta dos contratos firmados em períodos anteriores. Dessa forma, depende dos processos de avaliação de risco quando eles são apresentados, assim como da adequada precificação. Cremos que as ações já citadas – como ajuste de preços, redução de exposições com cancelamento ou diminuição de participações em diversos contratos, além do alinhamento de condições comerciais e modificações técnicas nos negócios renovados – contribuem para a evolução deste índice”, explica Castillo.


Evolução do fluxo de caixa


Em relação ao caixa operacional, no 3T23, houve evolução do fluxo de caixa, com consumo menor de R$ 192 milhões, comparado a um consumo de R$ 789 milhões no 3T22. No acumulado dos últimos 12 meses, ou seja, de setembro de 2022 a setembro de 2023, o consumo foi de R$ 554 milhões. Apesar de ainda negativo, já apresenta uma tendência de recuperação no longo prazo.


“O consumo de caixa operacional continua em linha com o nosso planejamento. Com a estratégia de limpeza da carteira e, portanto, redução de prêmios recebidos, e ainda honrando sinistros de monta referentes a riscos assumidos em anos anteriores, é natural que haja este consumo de caixa”, diz Rodrigo Botti, vice-presidente Financeiro, Atuarial e Tecnologia do IRB(Re).


As despesas gerais e administrativas, no 3T23, totalizaram R$ 75,8 milhões, um decréscimo de 13,5% em relação aos R$ 87,6 milhões verificados no 3T22. Nos 9M23, a despesa totaliza R$ 250,4 milhões, alta de 5,5% frente os R$ 237,3 milhões dos 9M22. Vale lembrar que o montante de 2023 considera despesas não recorrentes de R$ 7,9 milhões com o PDV e R$ 25,4 milhões com o acordo assinado com o DoJ e SEC, excluindo esse impacto, o valor recorrente nos 9M23 é de R$ 217,1 milhões.


O resultado financeiro e patrimonial, no 3T23, foi positivo em R$ 182,9 milhões, 5,6% superior ao resultado do 3T22 (R$ 173,2 milhões). Nos 9M23, o acumulado é de R$ 424,1 milhões. “Neste trimestre, o resultado financeiro e patrimonial foi praticamente o dobro do trimestre anterior, quando apuramos R$ 95,8 milhões, e o maior desde o segundo trimestre do ano passado. Em relação à carteira de ativos financeiros, fechamos o 3T23 com R$ 8,5 bilhões”, explica Paulo Valle, diretor-geral da IRBAsset, braço de investimento do ressegurador.


Suficiência nos indicadores regulatórios


O IRB(Re) deve observar dois indicadores regulatórios, conforme dispõe normativo da Susep, órgão responsável pela supervisão do setor de seguros e resseguros: Índice de Suficiência de Patrimônio Líquido Ajustado em relação ao Capital Mínimo Requerido (CMR) e o Índice de Cobertura de Provisões Técnicas. No 3T23, a companhia apresentou suficiência em ambos os índices.



A Análise de Desempenho completa está disponível no site de Relações com Investidores da companhia (www.ri.irbre.com).

 
 
 

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